Dinamizadora

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Eliana Ribeiro

E.M.PROFª AMÉLIA FERREIRA

E.M.PROFª AMÉLIA FERREIRA

domingo, 26 de fevereiro de 2012


Baralho dos contos de fadas

Muuuuiti divertido!!
As regras encontram-se na primeira imagem...
a criança tem que encontrar as cenas da história que tirou.
Clique na imagem para ampliar... e é só imprimir!

QUINTA-FEIRA, NOVEMBRO 25, 2010

A história do "Quadradinho"



Imprimir as imagens... essa história pode ser contada através do recurso de contação com varal.

SÁBADO, OUTUBRO 31, 2009

História da florzinha

Essa história é ótima para crinças pequenas, pois os personagens entram e saem um a um, ficando claro para a criança a questão de sequência lógica.


Molde para a confecção da história., que pode ser feita em E.V.A.


SEGUNDA-FEIRA, AGOSTO 17, 2009

Livro "Um redondo pode ser quadrado?"

Essa história é muito divertida e excelente para se trabalhar formas geométricas. Após contar a história, a professora pode pedir que cada criança crie um persoagem redondo ou quadrado. Esse personagem pode ser criado utilizando diversos tipos de materiasis.
É só clicar em cima da figura para ficar maior, salvar no seu computador e imprimir.



Livro de História dos Pinguins com numerais



Ótimo para trabalhar a matematica.
Utilizar a técnica de contação com varal.

SÁBADO, AGOSTO 15, 2009

História de varal com números

Essa históia pode ser contada com a técnica do varal, onde a professora vai mostrando folha por folha e, em seguida, pendura a página em um varal. Ótima para trabalhar os numerais.


Conto africano

Kererê - A galinha pintada de Angola

Numa certa manhã, vinha de cabeça baixa e muito triste uma Kererê, lamentando-se «tô fraca, tô fraca, tô fraca!»
Resolveu saciar a sede num riacho. Lá deparou-se com uma linda mulher que se banhava e coquete como só ela sabia começou a pintar-se.
Kererê quando viu aquilo admirou-se: era Dandalunda, aquela que dá brilho às jóias e se banha e pinta antes mesmo de cuidar dos filhos... 
Dandalunda quando percebeu a tristeza daquela ave perguntou-lhe:

- Porque é essa tristeza Kererê?
Kererê respondeu-lhe:
- Entre os meus pares eu sou a mais feia!
Naquela época Kererê era toda preta... 
Dandalunda então pediu para Kererê se aproximar. Ela pegou em osum amarelo e pintou o seu bico; depois com osum vermelho os brincos. Depois com waji tornou as penas azul escuro e com efum fez as pinturas brancas. E continuou a pintar Kererê. Esta ao ver a sua imagem no abebé de Dandalunda saiu correndo de tanta felicidade cantando "Kuéim, kuéim, kuéim". 
Dandalunda que ainda não tinha terminado de pintar Kererê pediu a Kakulu, divindade dos gêmeos, para que corresse atrás de Kererê e a trouxesse de volta, pois não tinha pintado o seu peito. 
Kererê lá voltou e pediu para que Dandalunda ao invés de pintar o peito lhe desse um colar. 
Dandalunda fez-lhe a vontade e ofereceu-lhe um colar em forma de coroa que Kererê carrega até hoje... e entre os seus pares é a mais linda de todas...
Tempos depois Kererê voltou e tornou-se o primeiro ser que "tomou" obrigações por aquela que é capaz de modificar todos com a sua doce magia encantada da beleza. 
Kererê, o primeiro ser de cabeça raspada, adornado e pintado por Dandalunda... e é por este motivo que quando um Kererê é sacrificado, os africanos têm que tirar este colar em forma de coroa e coloca-lo em evidência!

OBS: Kererê é também conhecida por Konquem, "Tô fraco", Etu ou Galinha d’Angola.



"Confusão no Jardim"




Para enriquecer mais ainda a contação da história...
essa idéia de jardim na caixa é do blog http://aprenderecia.blogspot.com/


Uma estrelinha
Caiu no meu jardim,
Lá no meio do capim
Se caiu do céu agora,
Terá sido pouca cola?
Quem será que mora
Neste pedacinho de aurora?
O sapo gordo
Parou o seu coaxado
E foi pulando
Para ver o seu achado.
O gato preto
De susto ficou duro,
Saiu correndo,
Saltando pelo muro.
Dona Barata
Aprontou um sururu,
Saiu gritando:
- É fogo, é fogo no bambu!
O grilo manco
Calou o seu trilado,
E foi saltando,
Assim meio de lado.
Uma estrelinha
Caiu lá no canteiro,
Piscando o tempo inteiro.
Vejam como é brilhante
Este corpo celeste!
Se caiu do manto da noite,
Despregou-se da sua veste?
O caramujo
Do sono despertou,
Pensando alegre:
- O dia já raiou!
O vaga-lume
Acendendo a lanterna:
- Meu Deus do céu,
Que será essa baderna?
A mariposa
Achou muita graça:
- Ó minha gente,
Estrela com fumaça?
Mas a formiga
Desfez a confusão:
- É só a brasa
Do charuto do João!